domingo, 18 de julho de 2010

Declaração do vice de Serra sobre suposto ligamento do PT com a Farc e outras....

rravejam esse vídeo e postem seus comentários. Isso é um completo desrespeito, com base em que esse "deputadozinho" diz isso...

quinta-feira, 15 de julho de 2010

13 RAZÕES PARA VOTAR EM DILMA PRESIDENTE!



  1. FIM DA MISÉRIA - Com Lula, 31 milhões de pessoas entraram para a classe média e 24 milhões saíram da pobreza absoluta. Dilma vai aprofundar esse caminho e acabar com a miséria no país.
  2. MAIS EMPREGOS - O Brasil nunca gerou tantos empregos como agora. Dilma - que coordenou o PAC e o Minha Casa, Minha Vida, programas que levam obras e empregos a todo o país - é a garantia de que o mercado de trabalho vai continuar crescendo para todos.
  3. MAIS REAJUSTES SALARIAIS - Com Lula, o salário mínimo sempre teve reajustes bem acima da inflação e houve aumento da massa salarial em geral. Dilma vai manter e aperfeiçoar essa política que tem ajudado a melhorar a vida de tanta gente.
  4. MAIS BOLSA FAMÍLIA - Agora, todos os candidatos falam bem do Bolsa Família, mas o brasileiro sabe: só Dilma garante o fortalecimento desse e de outros programas sociais criados por Lula.
  5. MAIS EDUCAÇÃO - Lula criou o PROUNI, mais universidades e escolas técnicas do que qualquer outro governo. Dilma vai seguir abrindo as portas da educação para todos. Com ela, não haverá um único município brasileiro, a partir de 40 mil habitantes, que não tenha Escola Técnica.
  6. MAIS SAÚDE - Lula ampliou o Saúde da Família, criou o Samu 192, as Farmácias Populares e o Brasil Sorridente. Dilma já garantiu: vai criar 500 Unidades de Pronto Atendimento - as UPAs 24 horas. e 8600 novas Unidades Básicas de Saúde - as UBS.
  7. MAIS SEGURANÇA - Lula está fazendo um investimento inédito na segurança, com o Pronasci, que tem entre suas prioridades, o policiamento comunitário, a inclusão do jovem e a parceria com a sociedade. Dilma vai ampliar essa ação, usando como modelo as Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), que estão livrando várias comunidades do Rio de Janeiro do domínio do tráfico.
  8. MAIS COMBATE AO CRACK - Dilma vai combater essa praga com autoridade, carinho e apoio. Apoio para impedir que mais jovens caíam nessa armadilha fatal. Carinho para cuidar dos que precisam se libertar do vício. E autoridade para combater e derrotar os traficantes, estejam onde estiverem.
  9. MAIS CRECHES - Dilma quer garantir mais tranquilidade para as famílias que trabalham e não têm onde deixar os filhos. Por isso, já assumiu o compromisso de construir 6 mil creches e pré-escolas em todo o país.
  10. MAIS MORADIAS POPULARES - Juntos, Lula e Dilma criaram o Minha Casa, Minha Vida, que está realizando o sonho da casa própria de muita gente. Dilma vai ampliar o programa, garantindo mais 2 milhões de moradias populares para quem mais precisa.
  11. MAIS APOIO AO CAMPO - Nossos agricultores nunca tiveram tanto apoio para produzir e crescer na vida. Dilma - que criou o Luz para Todos e beneficiou mais de 11 milhões de brasileiros que vivem no campo - é a certeza de que esse trabalho vai seguir em frente, tanto para o agronegócio como para a agricultura familiar.
  12. MAIS CRÉDITO - Lula criou o crédito consignado e facilitou o acesso da população a várias linhas de crédito. É por aí que Dilma vai seguir para continuar beneficiando toda a população.
  13. MAIS RESPEITO AO BRASIL - Com Lula, o Brasil pagou sua dívida com o FMI e passou a ser um país respeitado em todo o mundo. Dilma quer o Brasil assim: forte, independente e cada vez mais admirado aqui e lá fora.
O texto acima é de um panfleto da campanha de Dilma Rousseff, candidata à Presidência, pelo PT.

domingo, 6 de junho de 2010

DEPUTADO ESTADUAL ROBERTO FELÍCIO VISITA BANANAL.












No último dia 3 de junho a convite do vereador Vilmar da Silva, PT, esteve em Bananal o deputado estadual Roberto Felício, PT-SP. Em reunião na Câmara Municipal da cidade, receberam apoiadores para uma conversa sobre temas variados, em especial educação, saúde e funcionalismo público, bandeiras do mandato do deputado estadual Roberto Felício, que aproveitou ainda para prestar contas do mandato. O vereador Vilmar da Silva agradece a disponibilidade dos presentes, que mesmo em pleno feriado de Corpus Christi prestigiaram a visita do deputado.

Roberto Felício é deputado estadual em seu segundo mandato (2003/2006 e 2007/2010), participou da fundação do Partido dos Trabalhadores (PT) e da Central Única dos Trabalhadores (CUT), foi presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (1989/1993) e da APEOESP (1993/1999).

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Crise econômica, e a postura do governo!!!

Galera, como havia feito promoção no blog, estou agora a publicar um texto recebido, mostra uma visão bem clara do povo brasileiro sobre a crise econômica mundial.

OBS: Os créditos estão no roda pé da postagem.



O Mercado Econômico vem sofrendo mutações ao longo dos últimos anos com o início da crise econômica que desencadeou nos Estados Unidos tendo como estopim o setor Imobiliário do país.

Em meio a ofertas mal planejadas de crédito imobiliário que incentivou o setor desordenadamente, houve um aquecimento no mercado onde os imóveis foram fortemente valorizados causando aumento significativo das dívidas que por sua vez deixaram de ser quitadas pelos clientes aos bancos credores.

A economia mundial está vivendo uma crise causada por outras crises, onde mesmo acontecendo em um ponto isolado afeta os demais países.

No Brasil a crise veio com a capacidade de afetar o cenário econômico em diversos pontos, chamando a atenção para quatro deles: Investidores Externos, Crise de Crédito, Recessão e Crise nas Montadoras.

Várias empresas brasileiras possuem ativos estrangeiros que perderam seu valor de mercado e com isso estão mais cautelosos sobre os seus investimentos externos. Esses investimentos são importantes para sustentar o crescimento da economia, pois ajudam a ampliar a capacidade de produção das empresas, o que propicia a redução do risco de pressões sobre os preços.

O Brasil é líder na relação de países latino-americanos que mais recebem investimentos diretos estrangeiros e com base em relatório do dia 18 de Maio deste ano divulgado pela Unctad (Conferência das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento), a crise causou queda do investimento em todo o mundo em 2009, porém o Brasil manteve sua posição de liderança.

O governo do presidente Luis Inácio Lula da Silva promove práticas de políticas de incentivos fiscais para empresas estrangeiras com a isenção ou queda na alíquota de impostos. Com a criação do PAC em 2007, a expectativa era destravar o crescimento do Brasil e superar os gargalos com investimentos em infraestrutura, executando obras que são fundamentais para a economia. Segundo informações transmitidas pelo Ministério do Planejamento o PAC 2 traz possibilidade de investimentos estrangeiros de cerca de R$ 220 bilhões divididos em metros, setor portuário como dragagens, habitação, energia elétrica, petróleo e gás.

Em contrapartida à crise mundial econômica, o atual Presidente se posicionou com forte política de investimento interno, promovendo assim incentivos fiscais para captar capitais estrangeiros.

Podemos reafirmar este posicionamento do governo também em relação à Crise de Créditos que apontou no país após vários Bancos importantes do exterior terem declarado falência ou vendido seus papéis devido a total falta de liquidez que foi acarretada pelo cessar da disponibilidade de crédito e o crescimento desenfreado de inadimplência. Vários investidores importantes em empresas do país venderam suas carteiras de ações devido à crise, o que também afetou o país, que tem grande parcela deste investimento comprometido com os resultados de crescimento interno.

Começamos a falar da crise neste setor em meados de setembro de 2008, porém as Instituições Financeiras estavam mais receosas em relação a empréstimos desde o início do ano, diminuindo sua taxa de crescimento mensal de 3% para 2%. Como exemplos têm determinados bancos que anteriormente não exigiam entrada para financiamentos de automóveis e que passaram a praticar análises de créditos mais cautelosas estabelecendo um mínimo de 30% de entrada sobre o valor total do veículo.

O Governo Lula estendeu a oferta de crédito para a produção e o consumo através dos bancos públicos (Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e BNDES), compensando a redução da oferta de crédito dos bancos privados no pináculo da crise. Os planos de aplicação de políticas sociais e garantia de renda impediram que houvesse grande colapso na movimentação da economia, transformando milhares de cidadãos de baixa renda em consumidores. Aumentando o salário mínimo e diminuindo taxas de impostos, o governo ajudou a manter o mercado aquecido e o aval em possibilidade de compra das carteiras de Instituições Financeiras menores garantiu que os bancos não vendessem suas ações a preços baixíssimos como nos Estados Unidos ou ainda que declarassem falência.

Todas essas medidas unidas a outras, ajudaram a controlar o monstro da recessão no país, que nada mais é do que um período em que ocorre um grande declínio na taxa de crescimento econômico de uma determinada região ou país. Se para os empresários é sinônimo de menor índice de produção, para o consumidor está relacionada a juros altos e desestímulo para compras e ainda para o trabalhador está ligada a baixos salários e desemprego.

O então governo aumentou o salário mínimo, promoveu a disponibilidade de empregos, proporcionou maior poder de compra à população e estimulou o crédito, fazendo a economia andar, sentindo indicadores baixos da recessão.

Segundo dados do levantamento feito pelo Comitê de Datação de Ciclos Econômicos (Codace), da Fundação Getúlio Vargas, o Brasil tem a maior expansão em 30 anos, crescendo 61 meses consecutivos. Ainda segundo este levantamento que foi divulgado no dia 13 de fevereiro deste ano, os efeitos da crise mundial no país levando-se em conta a recessão também foram os mais rápidos dos últimos 30 anos, durando apenas seis meses.

Este foco positivo também pode ser visto no combate à Crise nas Montadoras. Há dois anos quando foi declarada, as montadoras abriram férias coletivas e em balanço divulgado haviam estoques de dois meses parados nos pátios por falta de venda, proporcionadas pelos altos juros e pela falta de crédito no mercado.

Em meio a crise o Governo Lula reduziu a alíquota de impostos federais como o IPI, para setores econômicos como no caso da indústria automobilística e disponibilizou a este segmento uma linha de crédito de R$4 bilhões para dar maiores condições de liquidez no mercado e ajudar a manter o ritmo das vendas, além de estender os prazos para pagamentos dos impostos ao estado.

Com a contínua expansão nas linhas de crédito, a baixa do IPI e a maior confiança na economia, o setor automobilístico bateu recorde de vendas com 285.463 carros vendidos no Brasil. Este foi o terceiro melhor resultado mensal da história da indústria automobilística brasileira.

Com o mercado ainda aquecido e perspectivas boas de crescimento para o ano de 2010 as montadoras abrem o terceiro turno de trabalho para suprirem a demanda, com geração de mais de 1400 postos de emprego no setor.

Assim como nos setores acima, em meio à crise foram lançadas estratégias de políticas interna e externa importantes que propiciaram ao Brasil a chance de se manter como forte na escala de países de economia emergente. E é desta maneira que nos mantemos diante da situação mundial, com grande capacidade de se manter como potência emergente, apostando em bom relacionamento externo e investindo na infraestrutura do país.

Toda esta situação mediante a crise mundial veio para consolidar a boa fase do país. “Quase duzentos anos depois, os sustos com as idas periódicas do país ao Fundo Monetário Internacional (FMI) sumiram. No lugar, apareceu um Brasil que foi, sim, ao FMI no fim de 2005, mas para antecipar o pagamento de sua dívida de US$ 15 bilhões, contraída meses antes de o presidente Lula assumir a condução do país.” (O Globo, “O fantasma não assusta mais”).


Autora: Adriana da Silva

Barra Mansa-RJ